Ricardo Setti

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É colunista do site Observatório da Imprensa e escreveu em No mínimo até seu fechamento. Foi diretor editorial das revistas femininas da Editora Abril (1999 a 2001) e diretor de redação de Playboy (1994-1999), tendo antes sido, na Abril, diretor editorial adjunto (1992-1994). Antes disso, exerceu as funções de editor-chefe de O Estado de S. Paulo (1990-92) e de diretor regional do Jornal do Brasil em São Paulo (1986-90). Foi também redator-chefe das revistas IstoÉ (1984-85) e Playboy (1985-86) e editor-assistente e editor de Veja (1975-83), além de repórter, redator, editor-assistente e subeditor de publicações como a revista Visão, o Jornal da Tarde e a sucursal de Brasília de O Estado de S. Paulo. Como articulista político, publicou centenas de artigos nos quatro maiores jornais do país. Venceu o Prêmio Esso de Jornalismo de 1986 por reportagem sobre os bastidores da montagem do Plano Cruzado, publicada em Playboy. Foi também considerado um dos “Editores do Ano” de 1984 pela revista World Press Review, de Nova York, como redator-chefe de IstoÉ. Além de jornalista, é formado em Direito pela UnB e autor do livro Conversas com Vargas Llosa (1986), publicado também nos Estados Unidos e na Europa. Foi o editor das memórias políticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, A arte da política: a história que vivi (2006).